(ao som de: Skank)
Alice conheceu Diogo quando tinham cinco ou seis anos. Eram vizinhos.
Tinha um brilho inesquecível. Nunca foi a mais bonita da sala, mas sempre brilhou mais do que todas as outras meninas.
Ele, sempre o mais tímido.
Não eram como irmãos, pois Diogo sentia que Alice era um pouco como a princesa das figuras dos livros.
A princesinha não via nada disso ainda. Enxergava-o apenas de modo especial e indefinível.
Quando descobriu que sentimento era esse, ele não entendeu. Disse que ela estava confundindo as coisas. Não era isso que todo mundo dizia?
Ela procurou outros amores. Achou os caras que procurava e os que não procurava.
Diogo se tornou um confessionário para ela. Beijos, aventuras, loucuras... Tudo era escutado com muita paciência e o ciúme sufocado com muita determinação.
Agora era ele quem desejava loucamente o amor eterno da sua princesa maculada.
Luana H.
O diabético
15 horas atrás